Zoonoses reforça atuação no foco da prevenção de doenças transmitidas por animais
Saúde

Zoonoses reforça atuação no foco da prevenção de doenças transmitidas por animais

Zoonoses reforça atuação no foco da prevenção de doenças transmitidas por animais

Situações que não oferecem risco para a saúde da população não são responsabilidade do Departamento

“O trabalho do Departamento de Controle de Endemias e Zoonoses de Uberaba é focado na prevenção de doenças e lesões que os animais podem transmitir para o ser humano”, diz Lara Rocha Batista, chefe do Departamento. O setor está dentro da diretoria de Vigilância em Saúde, que o Ministério da Saúde estabelece como responsável por todas as ações de vigilância, prevenção e controle de doenças transmissíveis, pela vigilância de fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, pela saúde ambiental e do trabalhador e pela análise de situação de saúde da população brasileira.

Os serviços são divididos em duas seções: a de Seção de Controle de Zoonozes, responsável pelo controle de pombos, escorpiões, roedores, caramujo africano e lagartas e pela vigilância de Febre amarela em primatas não humanos; e a Seção de Controle de Endemias. Este setor realiza as visitas domiciliares bimestrais, visitas em pontos estratégicos quinzenalmente, bloqueio de casos (dedetização no entorno de casos suspeitos de arboviroses), atendimento disque-dengue para denúncias e ações de intensificação como o mutirão de limpeza e o fumacê.

Lara destaca que as ações têm objetivo de evitar que as doenças se propaguem em nível de município. “Por isso, não temos como realizarmos agendamentos. Por exemplo, o Mutirão de Limpeza é feito com foco em diminuir os criadouros do Aedes e conforme o nível de infestação do bairro. Não posso sair de um bairro com índice alto e ir em outro local que o índice é menor primeiro, pois envolve um risco para aquele primeiro lugar”, explica a chefe do Departamento de Zoonoses.

Critérios como disponibilidade de ferramentas fornecidas pelo estado e prazos de licitação também são considerados. A utilização do inseticida também é pensada tanto por questão ambiental quanto pela saúde dos agentes.

Entre os serviços, não são realizados agendamento de mutirão de limpeza, agendamento de fumacê, controle de baratas, formiga, cupins e percevejos; não recolhemos animais (vivos nem mortos) que não sejam suspeitos de doenças de caráter zoonótico (leishmaniose, raiva). Não são feitas limpeza de quintal, recolhimento de entulhos e galhos de árvore, capina; recolhimento de animais agressivos e nem animais de grande porte (cavalo, bovino).

 

Fonte: Secom/PMU – Clarice Sousa

 

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